Taxa de walk-in em PG cresceu em 2020

O público nos hotéis da região tem mudado. Se antes da pandemia, os hóspedes vinham mais a negócio, hoje uma boa parcela dos que procuram a rede hoteleira são os turistas a passeio, aquelas pessoas que viajam de carro e aproveitam a passagem pelas cidades para aproveitar o que elas têm a oferecer. E a causa, especificamente quanto a Ponta Grossa, deve-se a grande visibilidade que a cidade tem registrado, seja por pacotes turÃsticos recém-criados ou por novelas e notÃcias em sites de viagem, que têm enfatizado suas belezas naturais, nacionalmente.
Na avaliação de Alecsandra Hypólito, gerente do Premium Vila Velha Hotel, o Brasil está conhecendo mais Ponta Grossa e isso vem se refletindo na rede hoteleira. “A gente vem notando desde os feriados de setembro que, nos finais de semana, continuamos atendendo o hóspede de negócio, mas está atendendo muito hóspede a passeio. Já atendÃamos, mas aumentou. Esse turista vem conhecer a cidade porque temos ótimos lugares, com natureza e que são abertosâ€, comenta, elogiando a segurança da estrutura oferecida e os cuidados aplicados contra a Covid 19.
No Premium Vila Velha Hotel, por exemplo, foram realizados novos treinamentos com os colaboradores. “Fizemos uma manutenção nos protocolos, mantemos nossos quartos abertos e bem arejados e, para receber os hóspedes, todos usam equipamentos de proteção e higienizam as mãos com álcool. As pessoas acabam relaxando porque se acostumam e não podemos nos acomodar, afinal, o vÃrus ainda está por aÃâ€, enfatiza a gerente.
Ainda sobre o atual cenário da hotelaria, Alecsandra Hypólito destaca que muitas pessoas têm saÃdo para viajar sem reserva, o que se chama de walk-in, quando o hóspede chega sem reserva pré-agendada.
“É o passante, o que vem para no hotel para ficar no final de semana. Em 2019, essa taxa girava em torno de nove por cento. Está agora entre vinte e vinte e dois por cento. E não é só o turista de passeio. Há outros tipos de turistas também. Pode ser que pareça pouco, mas faz uma grande diferença, principalmente nos finais de semana quando os hotéis ficavam mais vaziosâ€, argumenta.
Na avaliação de Alecsandra Hypólito, gerente do Premium Vila Velha Hotel, o Brasil está conhecendo mais Ponta Grossa e isso vem se refletindo na rede hoteleira. “A gente vem notando desde os feriados de setembro que, nos finais de semana, continuamos atendendo o hóspede de negócio, mas está atendendo muito hóspede a passeio. Já atendÃamos, mas aumentou. Esse turista vem conhecer a cidade porque temos ótimos lugares, com natureza e que são abertosâ€, comenta, elogiando a segurança da estrutura oferecida e os cuidados aplicados contra a Covid 19.
No Premium Vila Velha Hotel, por exemplo, foram realizados novos treinamentos com os colaboradores. “Fizemos uma manutenção nos protocolos, mantemos nossos quartos abertos e bem arejados e, para receber os hóspedes, todos usam equipamentos de proteção e higienizam as mãos com álcool. As pessoas acabam relaxando porque se acostumam e não podemos nos acomodar, afinal, o vÃrus ainda está por aÃâ€, enfatiza a gerente.
Ainda sobre o atual cenário da hotelaria, Alecsandra Hypólito destaca que muitas pessoas têm saÃdo para viajar sem reserva, o que se chama de walk-in, quando o hóspede chega sem reserva pré-agendada.
“É o passante, o que vem para no hotel para ficar no final de semana. Em 2019, essa taxa girava em torno de nove por cento. Está agora entre vinte e vinte e dois por cento. E não é só o turista de passeio. Há outros tipos de turistas também. Pode ser que pareça pouco, mas faz uma grande diferença, principalmente nos finais de semana quando os hotéis ficavam mais vaziosâ€, argumenta.
