Três Gerações à Mesa
Há 60 anos a Churrascaria Zancanaro preserva uma história familiar ligada ao prato típico de Ponta Grossa.
Antes de ser reconhecida oficialmente como prato típico de Ponta Grossa, a alcatra no espeto já chegava à mesa da Churrascaria Zancanaro. Assada diante da labareda do fogo à lenha e servida no próprio espeto, ela atravessou décadas acompanhando encontros, comemorações e diferentes gerações. Tanto de quem preparava quanto de quem se sentava para comer.
Essa história começou em 1966, quando Vergilio Luiz Zancanaro e Lucinda Moro Zancanaro fundaram a churrascaria. O trabalho iniciado pelo casal teve continuidade com a filha Oliva Zancanaro Leal e o genro Paschoal Francisco Leal, que contaram ainda com o apoio de Elide e Maria Zancanaro.
Hoje, o negócio chegou à terceira geração sob a responsabilidade de Vergilio Leal. Ao lado da esposa, Michele, responsável pelo setor administrativo, e com o apoio da filha, Allana Luiza, ele preserva um legado construído durante seis décadas.
“Quando olho para a Churrascaria Zancanaro, não vejo simplesmente uma empresa. Vejo uma história de dedicação, renúncias, dificuldades e conquistas”, afirma.
Uma tradição de Ponta Grossa
A trajetória da churrascaria se confunde com a valorização de um dos sabores mais representativos da cidade. A alcatra no espeto reúne, em uma mesma peça, cortes de picanha, alcatra, filé mignon e maminha. Preparada no fogo à lenha, chega à mesa verticalmente sobre uma pedra.
Arroz branco, feijão preto ou salada de feijão, tomate, cebola roxa em conserva, maionese, folhas verdes, polenta frita, farinha de mandioca e pão francês completam o serviço tradicional. Em 2010, a Lei Municipal número 10.200 reconheceu oficialmente o prato como típico de Ponta Grossa.
Para a família Zancanaro, porém, ele já carregava havia muito tempo o sabor da cidade e da própria casa. Ao longo dos anos, clientes que antes chegavam acompanhados pelos pais e avós passaram a retornar com filhos e netos.
É nessa repetição afetuosa que os 60 anos ganham sentido. Mais do que preservar uma receita, a Zancanaro mantém aceso o fogo em torno do qual uma história familiar continua sendo contada.
Antes de ser reconhecida oficialmente como prato típico de Ponta Grossa, a alcatra no espeto já chegava à mesa da Churrascaria Zancanaro. Assada diante da labareda do fogo à lenha e servida no próprio espeto, ela atravessou décadas acompanhando encontros, comemorações e diferentes gerações. Tanto de quem preparava quanto de quem se sentava para comer.
Essa história começou em 1966, quando Vergilio Luiz Zancanaro e Lucinda Moro Zancanaro fundaram a churrascaria. O trabalho iniciado pelo casal teve continuidade com a filha Oliva Zancanaro Leal e o genro Paschoal Francisco Leal, que contaram ainda com o apoio de Elide e Maria Zancanaro.
Hoje, o negócio chegou à terceira geração sob a responsabilidade de Vergilio Leal. Ao lado da esposa, Michele, responsável pelo setor administrativo, e com o apoio da filha, Allana Luiza, ele preserva um legado construído durante seis décadas.
“Quando olho para a Churrascaria Zancanaro, não vejo simplesmente uma empresa. Vejo uma história de dedicação, renúncias, dificuldades e conquistas”, afirma.
Uma tradição de Ponta Grossa
A trajetória da churrascaria se confunde com a valorização de um dos sabores mais representativos da cidade. A alcatra no espeto reúne, em uma mesma peça, cortes de picanha, alcatra, filé mignon e maminha. Preparada no fogo à lenha, chega à mesa verticalmente sobre uma pedra.
Arroz branco, feijão preto ou salada de feijão, tomate, cebola roxa em conserva, maionese, folhas verdes, polenta frita, farinha de mandioca e pão francês completam o serviço tradicional. Em 2010, a Lei Municipal número 10.200 reconheceu oficialmente o prato como típico de Ponta Grossa.
Para a família Zancanaro, porém, ele já carregava havia muito tempo o sabor da cidade e da própria casa. Ao longo dos anos, clientes que antes chegavam acompanhados pelos pais e avós passaram a retornar com filhos e netos.
É nessa repetição afetuosa que os 60 anos ganham sentido. Mais do que preservar uma receita, a Zancanaro mantém aceso o fogo em torno do qual uma história familiar continua sendo contada.
